segunda-feira, 26 de maio de 2008
Encontro para Capacitação de Professores
No próximo encontro ocorrerá a Oficina Culinário do curso. Será um momento de grande aprendizagem e interação. Contamos com a presença de todos!
Até lá!
segunda-feira, 19 de maio de 2008
2ª Aula Teórica do Curso de Capacitação de Diretores e Coordenadores de Escolas
Os assuntos abordados neste dia foram o perfil nutricional das crianças no Brasil; a importância da alimentação saudável na escola e sua relação com a formação de hábitos alimentares saudáveis; a influência da alimentação no rendimento escolar; as legislações sobre alimentação saudável; o papel da direção e coordenação na inserção do tema alimentação saudável no currículo escolar de forma transversal e interdisciplinar; e a identificação do papel dos demais atores da comunidade escolar nessa inserção.
Três dinâmicas tiveram destaque nesse dia, a leitura e exposição de reportagens sobre o perfil nutricional infantil, um jogo para relacionar os nutrientes com suas funções e problemas que seu excesso ou falta pode causar, e a discussão sobre o papel dos coordenadores e diretores na promoção da alimentação saudável. Eles mostraram-se bem interessados durante essas atividades. Falaram em usar o jogo na escola; colocaram a importância da sensibilização dos demais atores e do trabalho coletivo; e citaram pontos das reportagens que eles desconheciam: “O nosso texto fala que o desnutrido de hoje pode ser o obeso de amanhã, e nós achamos muito forte, porque a gente não imagina, né?”.
A última atividade, uma dinâmica sobre o papel dos demais atores escolares, não pôde ser realizada, mas seu conteúdo foi abordado. No próximo encontro, que está marcado para a próxima segunda, dia 19, essa questão será recapitulada.
Até breve!
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Curso de Capacitação para Diretores e Coordenadores de escolas
No dia 02 do último mês, teve início o curso de capacitação dos diretores e coordenadores. Nessa primeira aula compareceram duas, das quatro escolas previstas: a Escola Classe Aguilhada (de zona rural) e o CCI (escola particular).
As atividades realizadas englobaram aplicação do pré-teste; dinâmica de conhecimento dos participantes onde foram expostas as expectativas e principais dificuldades encontradas na promoção do tema alimentação saudável na escola; apresentação do projeto e do programa do curso com a participação da Coordenadora do Projeto; abordagem dos conceitos de saúde, alimentação saudável e de promoção da saúde e da alimentação saudável na escola. As diferentes realidades vividas por essas escolas foram o tempero especial das discussões e dinâmica de conhecimento, sendo nítida a troca de informações e experiências, que geraram muitas vezes expressões de surpresa e encantamento entre os participantes.
Dentre as dificuldades, foram citadas: a falta de tempo dos pais para preparar os lanches dos filhos; a alimentação recebida; a distância entre a teoria ensinada e a realidade dos alunos. Todos mostraram-se empolgados e com muitas expectativas positivas em relação ao curso. Quanto aos conceitos, a maioria já tinha um conhecimento prévio sobre os temas, comentaram sobre a abrangência do conceito de saúde e compreenderam que para promover a saúde é importante o envolvimento de todos os atores e o respeito à realidade local.
Embora as atividades tenham começado com atraso de 1 hora, devido a dificuldade dos participantes em encontrar o local do curso, esse encontro foi muito proveitoso e todo o conteúdo proposto foi apresentado.
domingo, 11 de maio de 2008
2ª Turma: Capacitação de Professores
quarta-feira, 30 de abril de 2008
Oficina Culinária
quarta-feira, 23 de abril de 2008
A importância do CAE

Garantir o direito à alimentação adequada é um dever do Estado. No entanto, para que esse direito possa ser assegurado, a sociedade tem um papel de fundamental importância, a exemplo do Conselho de Alimentação Escolar, que verifica se esse direito está sendorespeitado em seu Município/Estado, no que diz respeito aos recursos repassados para suprimento da alimentação escolar, por meio do PNAE.
O que é o Conselho de Alimentação Escolar?
O CAE é um órgão colegiado deliberativo de acompanhamento e assessoramento das Entidades Executoras do PNAE na aplicação dos recursos financeiros transferidos pelo FNDE. Portanto, é um orgão importante para tomada de decisões necessárias à execução do Programa.
Para que o CAE cumpra o papel social que lhe foi conferido, precisa ter claro quais são suas atribuições específicas. A efetiva participação dos conselheiros exige um envolvimento direto com as regras do Programa. O conhecimento sobre o funcionamento do PNAE é o maior aliado na luta por uma execução adequada aos padrões estabelecidos pelo FNDE.
Qual a sua importância?
O CAE é importante porque, por meio dele, é feita a fiscalização do dinheiro gasto com a alimentação escolar, dinheiro este repassado pelo Governo Federal para os Estados,Municípios e Escolas Públicas Federais. O CAE também deverá fiscalizar o cardápio servido para os alunos e, ainda, denunciar irregularidades que possam estar ocorrendo.
O exercício do mandato do Conselho de Alimentação Escolar é considerado serviço público de relevância social. Na execução do Programa, a Entidade Executora e o Conselho desempenham papéis diferentes. A Entidade Executora é responsável por executar as ações do PNAE, já o Conselho é responsável por verificar a execução. Isso não quer dizer que o Conselho desconfie da Entidade Executora. Na verdade, o Conselho não deve desconfiar nem confiar. Sua tarefa éconferir tudo, com independência.
Apesar do apoio que a Entidade Executora deve dar para permitir que os conselheiros possam monitorar o Programa, o mais importante é que o conselheiro tenha liberdade para poder apontar as falhas que observar.
Como é formado o CAE?
O CAE é formado por 7 membros efetivos:
- 1 representante do Poder Executivo;
- 1 representante do Poder Legislativo;
- 2 representantes de professores;
- 2 representantes de pais de alunos;
- 1 representante do segmento da sociedade civil local, relacionado, direta ou indiretamente, com o Programa.
Como para cada membro efetivo, deve haver igual número de suplentes, o CAE, na verdade, é formado por 14 membros.
Convém ressaltar que, para os municípios com mais de 100 escolas públicas de ensino fundamental, o CAE poderá ter até 21 membros, sendo 3 titulares do Poder Executivo, 3 titulares do Poder Legislativo, 6 titulares dos professores, 6 titulares dos pais de alunos e 3 representantes titulares da sociedade civil. Deve ter igual número desuplentes.
Para os procedimentos de escolha de seus conselheiros, os segmentos dos professores, dos pais de alunos e da sociedade civil deverão reunir-se em assembléia e indicar os eleitos pelos órgãos representativos: sindicatos, associações, federações, entre outros.
Vale observar que não é obrigatória a eleição para a escolha dos representantes, já que se pode fazer uma indicação quando há apenas um candidato. Mas, quando o conselheiro é eleito pelo grupo, fica mais fácil uma atuação com independência e legitimidade.
Quais as atribuições do CAE?
O Conselheiro deve acompanhar a execução do PNAE em todos os níveis, desde o recebimento do recurso até a prestação de contas. Para que os problemas sejam localizados, apontados e corrigidos e, conseqüentemente, para que o Programa funcione cada vez melhor,é preciso acompanhar bem de perto a execução do mesmo.
Seguem algumas orientações relativas às atribuições dos conselheiros.
1. Acompanhar a aplicação dos recursos Federais transferidos à conta do PNAE.
2. Acompanhar e monitorar a aquisição dos produtos adquiridos para o PNAE, zelando pela qualidade dos produtos, em todos os níveis, até o recebimento da refeição pelos escolares.
3. Orientar sobre o armazenamento de gêneros alimentícios seja em depósitos da Entidade Executora ou em escolas.
4. Acompanhar a execução físico-financeiro do Programa, zelando pela melhor aplicabilidade dos recursos.
5. Comunicar à Entidade Executora a ocorrência de irregularidades em relação aos gêneros alimentícios, tais como vencimento de prazo de validade, deteriorização, desvios e furtos, entre outras, para que sejam tomadas as devidas providências.
6. Divulgar, em locais públicos, os recursos financeiros do PNAE transferidos à Entidade Executora.
7. Receber e analisar a prestação de contas do PNAE enviada pela EntidadeExecutora e remeter ao FNDE, posteriormente, apenas o DemonstrativoSintético Anual da Execução Físico-Financeiro.
Fonte
nosso site: www.unb.br/fs/opsan/escolasaudavel
e-mail: escolasaudavel@unb.br
contato: (61) 33072543


